Publiquei na Carta Capital, viu?

Momento auto-propagandístico. Um texto assinado por essa que vos fala ocupa as páginas 34 e 35 da edição de Carta Capital que chega às bancas hoje. É sobre o terreno da Fase, que o governo estadual está querendo cometer o crime de entregar para a iniciativa privada. Fico muito feliz e agradeço muitíssimo à Carta por me ceder o espaço. Fiz apenas uma tentativa de contato e eles abriram as portas para mim, uma ilustre de conhecida, de cara.

Mas vou ter que fazer algumas ressalvas, até para me resguardar (ok, ninguém lê o Somos andando, comparando com o número de leitores da Carta Capital, mas pelo menos fica um registro oficial).

O texto era muito grande e entendo que fosse diminuído. De um modo geral, isso até foi bem feito. Perdeu um pouco, é claro, mas não tem como ser diferente. Em momento oportuno, publico na íntegra nesse espaço em que cabe tudo conhecido como internet.

Só que algumas questões são importantes de destacar. O primeiro parágrafo do texto, embora eles tenham aparentemente tentado manter a ideia original, mudou bastante, inclusive o sentido do que eu digo. Algumas informações ficaram erradas, e são as que vou destacar aqui, apenas para registro.

Quando diz que “caberiam 93 campos do tamanho do estádio vizinho”, tem que ficar claro que no terreno caberiam 93 campos, sim, do tamanho do campo do Beira-Rio, mas não do tamanho do estádio. Só do campo, aquele delimitado pelas quatro linhas brancas.

De resto, o texto ficou bacana. Conseguiu manter o estilo do original, em uma edição bem feita. Os outros dois detalhes estão na legenda das fotos e no olho. Uma chama Plínio Zalewski de secretário, dando-lhe mais poder do que dispõe o diretor do Departamento de Direitos Humanos da Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social. O detalhe do olho fica por conta do termo “leiloar”. Em nenhum momento falei em leilão, mas em permuta ou alienação, como fica claro no texto.

Mas insisto, agradeço muito à revista pelo espaço concedido não apenas a mim (que fico feliz de assinar um texto naquela que considero uma das melhores, senão a melhor publicação do país), mas ao estado do Rio Grande do Sul, que ganha divulgação para um fato grave que a mídia daqui não dá.

Quer ler mais? Vai comprar a revista, ora bolas…

Publiquei na Carta Capital, viu?

8 comentários sobre “Publiquei na Carta Capital, viu?

  1. Jornalismo independente é isso aí: – descobrir os fatos, seguir a trama e ainda conseguir modo e veículo dignos para fazer chegar ao maior número possível de pessoas. Ficamos, os gaúchos e brasileiros, te devendo esta, Cris. Parabéns!

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