O que diz a Carta Capital sobre a crise e seus remédios

Acabei de ler a matéria de Antonio Luiz M. C. Costa da Carta Capital e, depois do post que escrevi hoje de manhã, não deu pra não puxar uns trechos. Deixo o post sobre Marina Silva no Painel RBS para amanhã.

“Dentro da Europa, como também no âmbito global, o livre comércio falha em amenizar as diferenças de desenvolvimento e às vezes as acentua, apesar dos dogmas neoliberais.

A alternativa à desintegração da Zona do Euro e, por tabela, da União Europeia é reforçar a solidariedade entre os países e conferir mais poder aos órgãos centrais da organização. (…) Mas a estrutura tecnocrática da União Europeia cada vez mais dá a impressão, tanto aos povos do Norte quanto aos do Sul, que sua função é abolir gradualmente os mecanismos da democracia, da participação popular e do bem-estar social, o que torna politicamente impopular qualquer iniciativa desse tipo.”

“Mas a maior parte dos eleitores alemães e do baixo clero do culto aos mercados acredita que o remédio para qualquer problema econômico é mais disciplina, corte de gastos e austeridade, a mesma receita que lhes foi imposta goela abaixo por décadas.”

“No momento em que mais se precisaria de ousadia e liderança, todos os principais países do Ocidente têm governos fracos. Apesar do socorro trilionário, é preciso manter as barbas de molho. A crise pode voltar, com mais força, em 2012 ou 2013.”

O que diz a Carta Capital sobre a crise e seus remédios

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