Yeda é ré

Retiro o trecho que segue da coluna da Rosane de Oliveira, Página 10 da Zero Hora de hoje. Pelo tom do texto, fico na dúvida: devo ficar com pena?

Pesadelo no fim do mandato

Pelos tempos da Justiça brasileira, a governadora Yeda Crusius pode manter os planos de viajar para o Exterior quando deixar o cargo, apesar da decisão do Superior Tribunal de Justiça que a recoloca entre os réus da ação de improbidade administrativa no escândalo do Detran. Isso porque tão cedo ela não será chamada para audiência A decisão do ministro Humberto Martins será contestada pelo advogado Fábio Medina Osório em duas frentes. Primeiro, por meio de agravo junto à Segunda Turma do STJ. Depois, se for preciso, no Supremo Tribunal Federal, o que deve levar meses ou anos para ser julgado.

A viagem, porém, não terá a tranquilidade imaginada pela governadora quando planejou o roteiro, que começa pelos Estados Unidos. Uma demanda judicial que se arrasta significa gastos com advogado, preocupação com prazos e, principalmente, com o veredicto que um dia virá. Às vésperas de deixar o governo, esse é um revés que não estava nos cálculos da governadora.

Yeda é ré

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