WikiLeaks, com ou sem Assange

Julian Assange é um homem impressionante. Fiel ao que acredita até o fim, ele lutou e luta diariamente pelo princípio que norteia o WikiLeaks – em resumo, que a internet possibilita lutar contra injustiça de uma maneira sem precedentes. “Injustiça em qualquer lugar é injustiça em todo lugar”, diz ele.

Seus amigos e colegas mais próximos estão desolados. O pensamento de que ele vai ficar sozinho numa cela por uma semana, sem companhia, sem acesso à internet, pelo simples fato de que não possui um endereço fixo no Reino Unido – foi esse o argumento usado pela justiça britânica para mantê-lo encarcerado – tem causado enorme revolta.

Só que, diferente do que muitos pensam, a prisão de Assange não vai parar o WikiLeaks. Tanto aqueles que fazem parte da organização como aqueles que têm sido parceiros no lançamento do Cablegate, como eu, vão continuar o trabalho.

Isso porque o WikiLeaks não é Assange. Aqueles que o perseguem não perceberam que, numa era digital, a colaboração é o que torna realidade empreitadas como essa, inovadoras, questionadoras, verdadeiras. Isso, a organização percebeu e desde sempre adotou.

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WikiLeaks, com ou sem Assange

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